Roda Gigante

5 a Seco

Coletivo de compositores e cantores fundado em 2009, cujos integrantes são Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni. Num grupo sem protagonista, todos cantam, compõem e tocam variados instrumentos como guitarra, baixo, bateria, teclados e sintetizadores.
Conquistou o público com canções intimistas e arranjos acústicos que remetem à vida como um todo: amor, sonhos e desilusões. Sob uma atmosfera envolvente a apresentação a ser realizada no Teatro do Sesi em São José dos Campos traz o mais recente trabalho do coletivo, “Síntese”, com as já cultuadas “Pensando Bem”, “Ela, Ele e Eu” e “Tempo de Se Amar”. As relíquias do início de carreira também serão contempladas, como “Pra Você Dar o Nome” e “Feliz Pra Cachorro”.
Em sua trajetória fonográfica, 5 a Seco tem três discos: “Ao vivo no Auditório Ibirapuera” (2012), indicado ao Prêmio da Música Brasileira na Categoria Melhor Grupo de MPB; “Policromo” (2014), selecionado pelo edital nacional da Natura Musical; e “Síntese” (2018).
“Síntese”: Método, processo ou operação que consiste em reunir elementos diferentes, concretos ou abstratos, e fundi-los num todo coerente é a definição e a descrição precisa do funcionamento interno do 5 a Seco ao longo desses quase oito anos de trajetória. Nascido com o preceito de ser a união de cinco artistas com carreiras e formações singulares, o coletivo apresenta a cada albúm um resultado singular.

Serviço
Quando: 25 de maio – 20h
Onde: Teatro do SESI – SJCampos
Ingressos: www.sesisp.org.br/meu-sesi

 

Cinema | Rocketman, de Dexter Fletcher

Após a superprodução “Bohemian Rapsody” cinebiografia de Freddie Mercury, chega as telas mundiais a trajetória de Sir Elton John. O filme acompanha desde a infância, quando foi considerado uma criança prodígio até se tornar o astro da música responsável por canções lendárias como “Crocodile Man”, “Your Song”, “Rocket Man”, “Bennie and the Jets”, “Don’t Let the Sun go Down on Me”, “Candle the Wind” e tantas outras pérolas. Na pré-apresentação de parte do filme pela Paramount, Taron Egerton, que interpreta o astro aparece de forma intensa e íntegra. Dirigido por Dexter Fletcher, ator e diretor de obras como “Voando Alto”, de 2015 e “Wild Bill”, 2011, a produção parece brincar com o real e o imaginário, ao por exemplo, mostrar Elton John flutuando no palco, assim como o público diante dele em sua primeira apresentação nos Estados Unidos.

 

Literatura | O Barco das Crianças, Mario Vargas Llosa

Ganhador do Nobel de literatura, o peruano Mario Vargas Llosa, dedica este livro ao público mais jovem, construindo uma narrativa digna da tradição dos grandes contadores de histórias. Na obra, diariamente, ao se preparar para ir à escola, Fonchito vê de sua casa um homem sentado no banco do parque, contemplando o mar. Intrigado, resolve ir ao seu encontro e perguntar o que ele procura ali, todas as manhãs. O velhinho, com um sorriso nos lábios, decide compartilhar com o garoto uma história muito antiga e extraordinária. Assim, sempre antes de o ônibus da escola chegar, Fonchito ouve um novo capítulo das aventuras de um barco cheio de crianças que, desde a época das Cruzadas, cruza os mares do mundo. Inspirado pelo conto “A cruzada das crianças”, do escritor francês Marcel Schwob (1867-1905).

 

Música | Matriz, Pitty

Estamos a frente, talvez, do disco mais surpreendente de Pitty. Ela o criou de forma bem livre, seguindo sua intuição e acabou fazendo um álbum que contém referências de sua história, ao mesmo tempo em que aponta novos caminhos por onde sua música pode passar. Composto e gravado durante a primeira parte da turnê “Matriz”, o disco partiu dessa ideia de revisitar suas origens, chegar na matriz sonora e perceber como isso se comporta nos dias de hoje. Através do rock ela dialoga com novas influências e toda sua trajetória até aqui. Gravado parte no Rio, no Estúdio Tambor, parte em São Paulo e parte em Salvador, onde Pitty nasceu e viveu até os 23 anos quando foi para o Rio gravar o primeiro disco. Com diversas participações especiais, pela primeira vez ela canta músicas de outros compositores num CD seu: “Motor” (Teago Oliveira), da banda Maglore e “Para o Grande Amor”, de Peu Souza.

 

Não Sou Nenhum Roberto, Mas As Vezes Chego Perto, Nando Reis

Nas férias de 2016, Nando Reis partia com sua companheira, Vania, para mais uma temporada no sítio da família no interior de São Paulo. No carro, malas, o violão e uma caixa com 10 ou 12 discos de Roberto Carlos. Na estrada que separa a capital paulista da cidade de Jaú, o reencontro com aquelas canções – as mesmas que costuraram tantos momentos do casal desde o início do namoro – fez surgir o embrião de Não Sou Nenhum Roberto, Mas às Vezes Chego Perto. Inteiramente dedicado à música de Roberto Carlos, o 13º álbum da discografia solo de Nando traz 12 faixas que abrangem 23 anos da obra de Roberto Carlos – indo de 1971 até 1994. Destaque para “A Guerra dos Meninos” (1980), adaptação mais radical do trabalho, com acompanhamento de trombones e trompetes em andamento bem mais lento e Jorge Mautner declamando a letra, com a dramaticidade que só esse decano da MPB transgressora poderia imprimir.

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