Passarella& – Para nós, finalmente amarelo!

Luiz Phytthon
RMVALE

Nem deu para ficar de porre!
Para nós, finalmente amarelo!
Na moda ‘colors’

Migxs e inimigxs que torcem por mim ou torcem o nariz para mim, voltei! Um pouco lesada ainda, por não curtir as férias de ju­lho em Veneza, mas esse coronamun­do ridículo vai passar em breve e levar suas máscaras horrorosas para bem longe. A sua continuará Marina, mes­mo quando terminar. Descobri tudo, fura olho, mascarada. Desculpem, perdi a pose, acontece. Comigo qua­se nunca, com você sempre, Teresa.

Enfim, a moda resiste à pandemia. Semana passada quase voltei a ovu­lar ao poder tomar dry martini em um barzinho, durou pouco. Para a ‘infeliciodade’ das josis e dos joses, voltamos para a fase dorilaranja do governador da calça justa. Teve até artigo bafônico do alcaide chamando o goverpop de ‘tecnocrata’ e distante do povo. Se houver réplica, é capaz do ‘maravilhoso, criado por vovó’ dizer que ao invés de Prada vestiu o uni­forme de gari para limpar a sujeira da classe governante. Manteve o laranjal só para dizer que estava certo, e uma semana depois: Amarelooooooooou. Incrível concordar com o Bozo, mas nesse ‘composite’, assumo.

A moda contemporânea, queridaa­aas abrange cada vez mais assuntos sociopolíticos, quem disse que a cloro­quina do ‘homi’ não dita moda? Dita e maldita, tá okay! Segundo uma amiga septuagenária colunista da FSP, ao in­vés de lobo-guará devia ser a ema a es­tampa da nota de 200. Ema ema ema, qual o problema? Ele ficou ainda mais surtado por conta da COVID, sobe em cavalo e diz “a égua é nossa”, acabou a fase do pré-sal, agora é o remake de Mazzaropi, “O Jeca e a Égua Milagrosa”. Espera aí, se é cavalo, como pode ser égua? Equino trans? Não sobe nunca mais, nem em mula, “presidento”.

Chega do “Ele Não”, julho foi um mês de boas notícias também, estou igual a letra da música do Zeca Baleiro, “tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar”, até da suas enclausurada no galinheiro duran­te a quarentena que acusa a gente de destampar panelas. Querida, essa pa­nela, é conhecida no mercado, nada gruda nela, só frita. Gente, mudando de assunto e o “Chaves”? O ano veio para @#$%@ tudo, até o Silvio perdeu o remendo mais usado na programa­ção de sua emissora. Não adiante ten­tar benzer agora, Lavínia, é enfrentar e seguir. E por falar em caminhar, 5 quilômetros por dia no meu caso, sem contar as voltas que eu tenho dado para não cruzar com determi­nadas pessoas na redação, vamos de ‘trends’, cores, estampas e texturas, mon amour.

Classic blue

Antes dessa pandemia, a Pantone já havia eleito o classic blue como a cor do ano de 2020. A tonalidade intensa de azul transmite introspecção, clare­za, proteção, confiança, calma e uma base estável, parece que a Zoraide já estava prevendo que precisaríamos de calma. Enfim, tudo azul, e para meni­nas e para meninos, ouviu Damares? Amei você cantando “Rajadão” no cli­pe do Bruno Sartori, quero conhecer você, viu menino. @brunosarttori, o melhor deepfaker da temporada.

Verde que te quero verde!

Verde musgo, militar, folha, esmeralda, lima ou mint, esbanje fotossíntese Clarice. Amo verde, embora já tenha amadurecido faz tempo, háháhá, essa é para sentar no banco da praça, não é Carlos Alberto? A re­corrente busca pelos tons que nos aproxi­ma da natureza é por conta da recorrente busca pela sustentabilidade, Madeleine. Vestido curto borbocor verde, shorts e até blusas de mangas bufantes.

Colors

Vamos deixar nosso inver­no ‘coronado’ ao menos mais alegre e divertido com muitas cores, Marcelo. Chega de dis­simulação amigo, assume logo o que quer. Ao invés de cinza e preto, tente uma cor mais in­tensa. Color blockings, assim como sugerimos combinar os tons já dominantes com cores nada básicas. Regata de alças roxas, por exemplo, ou um look todo roxo com assessórios pink ou uma blusa verde. Para você Sabine: uma calça em uma to­nalidade mais fechada de la­ranja com um scarpin azul.

 

Tô bege!

Bee, você lembra que o bege foi a cor da temporada em 2019, então, pode continuar usando. Tanto em looks monocromá­ticos quanto em visuais com cores básicas ou com tonalida­des da estação, o bege exala uma elegância descomplicada e agrada, Antonieta. Tente uma calça de viscose, Eduarda.

Metalizados

Tanto tecidos quanto aplicações e designs de superfície metalizados foram frequentemente vistos em desfiles de marcas como Balmain, McQueen e Louis Vuitton, indicando que o acabamento glamouroso, principalmente na cor prata, muito em breve estará de volta de maneira atualizada. Como sou eu meu pró­prio sol, nossa que poderrrrr, já metalizei an­tes mesmo, sem ficar parecido com oitentista, back to the future. Arrasei no Teleton do ano passado. Metalizado. Pode ser jaquetas bom­ber, em flúor, dourado ou prata. Para você, Nicole, um vestidinho curto com paetês vira verde/dourado da Colcci.

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