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Comemorando uma década de existência, as criptomoedas, moedas digitais que circulam na internet, ampliaram mercado e já atraem milhares de jovens empreendedores no Brasil como opção de investimento.

O bitcoin, primeira criptomoeda a entrar em circulação e ser usada como forma de pagamento em comércios, abriu a clareira para a tecnologia. Líderes da indústria mundial, como Dell, Microsoft e Tecnisa, movimentaram no Brasil em 2017 mais de R$ 8 milhões em criptomoedas.

Usando tecnologia de blockchain e criptografia para garantir a validade das transações, as criptomoedas não passam pelo sistema financeiro tradicional o que traz ainda mais interesse para este mercado que reconhecido e legalizado no país e no mundo, considera seus valores não como dinheiro, mas como ativo financeiro, sendo necessário ser declarado a Receita Federal apenas após sua liquidação.

Como bem, as criptomoedas possuem valor unitário alto, para se ter uma ideia o bitcoin está cotado em fevereiro em cerca de R$ 13.5 mil. Outra característica que auxilia na mobilidade e expansão do mercado é a flexibilidade de fração da criptomoeda em pequenos valores.

Na RMVale dezenas de jovens empreendedores iniciaram suas operações em criptomoedas. Rafael Oliveira, de 22 anos é um dos investidores que mais faturaram com as moedas digitais nos últimos anos, e a partir de seu êxito compartilha dicas de investimentos a um público em ascensão que já soma mais de 57 mil seguidores em sua conta oficial no Instagram.

Rafael Oliveira

“Em verdade, venci por meio do investimento em bitcoins e descobri no mercado das criptomoedas uma plataforma adequada para jovens que como eu acreditam que nenhum sonho é impossível, no máximo improváveis. Quebrar os paradigmas da pobreza por meio da “expertise” de operação em investimentos para maximizar renda oriunda de qualquer tipo de trabalho, é uma dádiva da tecnologia que está a disposição de todos”, afirmou Oliveira em entrevista a Metrópole Magazine.

Digital influencer com forte atuação em redes sociais, o jovem empreendedor que acumulou seu primeiro milhão de reais antes dos 20 anos, acredita que os riscos são naturais neste mercado e não podem ser considerados empecilhos frente as possibilidades de ganho.

“Quando se fala em criptomoedas, o assunto incomoda mais os governos que o mercado. O fato de não serem fabricadas por bancos centrais que regulam a emissão e quantidade de moedas que circulam oferece ao investidor mais possibilidades de ganho, o que ocasionalmente pode significar perdas. Por exemplo, eu comprei bitcoins a US$ 100 e vendi na época em que chegaram a valer U$ 20 mil, hoje valem cerca de R$ 13.500, ou seja, a volatilidade diária nos estimula a recuar e avançar não nesta ordem, pois dependendo do dia que o empreendedor liquidar a moeda pode sair no prejuízo. É um jogo de paciência, como o xadrez”, finalizou

Mercado de criptomoedas exige carteira online

Para comprar bitcoin é necessário se cadastrar em sites de venda, como o Mercado Bitcoin, e comprar uma carteira com a quantidade de moedas desejadas.

“Investir em criptomoedas faz com que qualquer pessoa se torne um mini-influencer. Quem faz publicidade espontânea de seus investimentos pode inclusive receber em troca uma remuneração com criptomoedas de parceiros, empreendimentos e seguidores”, relatou Júnior Maciel, 22 anos, outro jovem investidor que vem marcando presença nas redes sociais. Junior multiplicou diversas vezes seu patrimônio por meio
deste mercado.

Júnior Maciel

Adepto aos investimentos em bitcoin e apaixonado por grifes de alto luxo como a Louis Vuitton, o jovem acredita que registrar no Instagram sua evolução patrimonial e social, estimula jovens a saírem de sua zona de conforto para a escala do empreendedorismo.

“Quantos começaram com nada e centavo a centavo foram evoluindo até tornarem-se consumidores? Eu posto não só minhas conquistas como meu estilo de vida. Não há valor em adquirir algo se não for incorporado ao estilo que nos dispomos a viver. Marca sem atitude é só uma marca qualquer. Precisamos deixar nossas próprias marcas, mesmo utilizando de outras para dar nosso recado”, finalizou Junior.

As moedas virtuais e a forma como estão sendo usadas em nosso dia a dia estão longe de uma realidade de massa, mas é um caminho sem volta, que de acordo com o aprimoramento da tecnologia chegará a todas as classes sociais. 

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