Harmonia

Conceitos para você começar a conhecer a física quântica

A felicidade está ‘fora da caverna’

Da Redação - RMVale

O caminho na busca pela felicidade é simples e está dentro de cada um de nós…. então, por que parece tão difícil? Este caminho já nos foi ensinado há mais de 2.500 anos, antes de Jesus Cristo pregar que ‘o homem deve primeiro buscar o reino de Deus e tudo o mais lhe será acrescentado’. Imagine soar em seus ouvidos que você é um ser ilimitado, que o universo abundante e perfeito sustenta suas decisões e te apoia. Que a partir de agora, não existem mais limites: tudo é pleno, rico, feliz e próspero! (3) Essa pode ser a porta para ingressar no estudo da física e mecânica quântica que, a princípio, remete às fórmulas que muitos (não) aprenderam no ensino médio. Mas em verdade, em verdade vos digo, esse é um conceito muito simples, que pode ser resumido em admitirmos que somos realmente seres ilimitados e que, a partir desse entendimento, conheceremos o reino de Deus proposto por Jesus. E quando ele diz ‘que tudo mais lhe será acrescentado’ quer dizer
tudo, mesmo.

Escola de Atenas, Platão aponta para cima, para o mundo das Ideias, que é o mundo que o homem atinge pela reflexão.
Já Aristóteles aponta para baixo, para o mundo sensível, material, mundo em que tocamos

Saúde, amor, paz, bens materiais e a eternidade. Jesus Cristo e, antes dele, Sócrates, Platão, Buda e muitos outros já nos haviam explicado minuciosamente o que
a cultura ocidental distorceu, afastando o homem de sua essência. ‘Conhece-te a ti mesmo’, expressão que data da Grécia antiga, considerado como um conceito universal, significa um provérbio aplicado, ou seja, busque superar os seus próprios limites. Mas quais são os nossos próprios limites? Quem somos? Uma outra frase, mais completa,
diz ‘Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os Deuses e o Universo’, quer dizer que o ser humano é uma célula do mistério da natureza, e as mesmas leis que se aplicam ao espaço infinito se aplicam ao microcosmos da natureza humana. Assim, conclui-se, reconhecerá na natureza, em suas leis e padrões, onde há um código. A natureza tem sons, cores, números e formas geométricas.(2) A filósofa Lúcia Helena Galvão explica que Platão (428-347aC), ao escrever o Mito da Caverna, ensina através de simbolismos, marca presente em
toda sua obra, que um sábio, um homem feliz e realizado, é aquele que vê as coisas sob a luz do sol, ou seja, com a ideia do bem, sem querer nada para si, apenas querendo ver o que é o bem de cada coisa, perguntando-se ‘como eu posso contribuir para isso’ e não mais ‘como essa coisa pode me servir’. Há pessoas, menciona, citando o escritor russo Leon Tolstói (1828-1910), que são capazes de passar por uma floresta e só enxergar lenha para sua lareira. (3)

 

 

 

Lúcia Helena Glavão
Mito da Caverna de Platão
Compreenda os simbolismos

@luciahelenapoesia

 

 

 

Melissa Andrade
Conhecer as leis do universo
a partir do autoconhecimento

facebook.com/melissa.andrade.58152

 

 

 

 

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